sexta-feira, 21 de março de 2014

BIOGRAFIA ECOLÓGICA



          Meu nome é Alex Medeiros dos Reis, nasci no município de Fátima do Sul – MS a vinte e cinco anos atrás. Hoje resido no município de Sorriso – MT. Sou professor de Matemática formado pela UNEMAT no ano de 2012.  Nesta biografia ecológica irei relatar um pouco sobre o meu local de origem.
          Fátima do sul é uma cidade pacata, com aproximadamente 15 mil habitantes, típica cidade do interior. A base da sua economia é a pecuária e a agricultura. Quanto aos recursos naturais o município ainda conserva algumas áreas de mata nativa, já na questão hídrica, Fátima é cortada pelo Rio Dourados e seus pequenos afluentes.
          Recordo-me das pescarias que fizemos nesses rios na época de infância, fui poucas vezes pescar com meus familiares, pois eu era muito pequeno, mas todas às vezes era uma diversão até quando voltávamos se peixe algum.
          Quando visitava meu avô paterno, lembro-me de ir ao horto florestal que era próximo a casa dele. Neste horto tinha um casal de bugio (macacos), todas as vezes que passávamos por lá, tentávamos avistar os mesmos. Fizemos alguns passeios por esse horto, nas aulas de estudos sociais, para identificar espécies de árvores nativas da região.
          Também veio a lembrança as guerrinhas de mamonas com meus primos, pois quando visitávamos meus avôs maternos que moravam próximos ao um locar alagado, onde cresciam muitas mamonas e taboas, retirávamos os frutos do pé de mamona e brincávamos de alvejar uns aos outros. Nesse local tinha também um pé de ingazeiro onde passávamos varias horas agarrado ao pé para degustar os seus ingás.
          Atualmente esse local alagado, se tornou um parque ecológico aberto à visitação, com um grande lago e um calçadão em seu entorno que possibilita atividades esportivas como caminhadas.
          Posso dizer que passei boa parte da minha infância num ambiente de natureza, cercado sempre por árvores, animais e rios.
          Hoje meu ambiente é mais urbano, poucas vezes estou meio à natureza, com a correria cotidiana perdi o costume de passar horas ao ar livre. O município de atualmente resido possibilita essa interação com a natureza, pois morro próximo a Área Verde, mas como disse a rotina impossibilita esses momentos.

           Observo o descaso da sociedade com os ambientes naturais do município de Sorriso, a grande quantidade de lixo que é jogada nas áreas verdes. Procuro sempre fazer a minha parte, evito jogar lixo nas ruas, gastar águas desnecessariamente, planto árvores em casa, sei que é pouco o que faço, mas se cada um fizer um pouco podemos contribuir muito para a preservação do nosso planeta.     

sexta-feira, 14 de março de 2014

Análise ecológica.

Atualmente vivemos em uma sociedade que visa o consumo, sendo que uma das politicas do governo é erradicar a pobreza, deste modo, possibilitam programas de assistência aos menos favorecidos, com intuito de aumentar o poder de compra, gerador de forma direta o poder de consumo. Olhando pela ótica da sustentabilidade, quanto maior o consumo maior será a quantidade de resíduos, sendo que as nossas politicas não visam á destinação correta destes resíduos.
Assim, nós enquanto cidadãos, devemos pressionar de forma direta os governantes, para que os mesmos criem politicas que visem uma destinação correta dos resíduos produzidos pela sociedade. Cabem também a nós uma responsabilidade coletiva, no sentido de conscientização em relação ao consumo e a destinação dos resíduos por nós gerados.
Após analisar a pegada ecológica, percebo que todos nós de algum modo contribuímos para a degradação do ecossistema, sendo que até mesmo os alimentos que consumimos interferem na biosfera. Devemos nos conscientizar que nossas ações desregradas de consumo interfere na qualidade de vida tanto do nosso próximo quanto do planeta Terra. 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Incomensurábilidade

A primeira aparição sobre a incomensurabílidade na história da matemática ocorreu quando Pitagoras tentou resolver o problema matemático da diagonal do quadrado que era representado pela raiz 2.